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Universidade

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Universidade

Mensagem por Sir Peter em 12.05.16 23:14

Relembrando a primeira mensagem :



Última edição por Sir Peter em 23.06.16 16:02, editado 1 vez(es)
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Re: Universidade

Mensagem por Luke Corden em 18.07.16 9:30

“You don’t know my mind
You don’t know my kind
Dark necessities are part of my design and
Tell the world that I’m
Falling from the sky”


A melodia propagava-se por toda a nossa volta, dificultando a compreensão de ambos. Eu ainda tinha o meu braço em seu torno, no gesto mais próximo de um abraço que eu alguma vez já dei. Parecia existir uma relação direta entre o tempo em que alguém me tocava e a tensão que se fazia sentir através da rigidez da minha postura. Os meus dedos deixaram de tocar o seu braço e num movimento rápido retirei o meu braço de volta dela.
Nunca soube bem o que era ter compaixão, como era reconfortar alguém e só de pensar nisso ficava irritado. Caralho, eu não sou um gajo que nasceu para ter sentimentos como a compaixão. Sou um gajo de raiva, de fúria. Mas, por um motivo ainda alheio a mim, vê-la chorar deixou-me completamente fodido. Não sei se foi por não ter tido controlo da situação ou se foi apenas por ela ter chorado…acho pouco provável.
Eu precisava que ela esquecesse a situação, que não me incomodasse com perguntas, que não me julgasse, que simplesmente…esquecesse.  No momento não me surgiu nada mais do que alvitrar uma foda, e isso fez a sua gargalhada ressoar por entre a música, fazendo-me sentir um alivio por ela ter parado de chorar. Fodasse, isto é muita emoção para uma noite e eu preciso de um cigarro.
O meu stress estava a culminar, após as discussões, depois de uma luta e de a ver assim, a única coisa que me apetecia fazer era pegar no meu saco de boxe e desanuviar um pouco. Mas como não tenho o saco de boxe por perto e tenho os nos dos dedos todos fodidos a única solução é fumar e foder.  A sua voz, finalmente, soou...mas para dizer aquela merda, mais valia estar calada. – É.. para tudo. – Revirei os olhos e larguei um leve suspiro. – Agora que já recuperaste o teu humor simpático, vamos entrar. – Não o disse em tom de sugestão, apenas avisei que íamos entrar. Não esperei pelo resmungo habitual dela e arrastei-a por entre as pessoas até chegarmos a meio do pavilhão.
As pessoas dançavam a nossa volta, algumas iam contra mim, mas voltavam com mais força do que quando embateram em mim.  – Eva.. – Murmurei ao seu ouvido, coloquei  alguns fios do seu cabelo atrás da sua orelha e pousei a minha mão sobre o ombro dela. – Eu não vou atrás delas. Eu espero, as presas vem até mim. Chama-se ser irresistível. – Pisquei-lhe o olho e prendi a sua cintura com a minha mão. As gajas estavam completamente bêbedas, por tanto, não se iam calar e iam ser umas chatas do caralho. Tinha que esperar que viessem novas ou um pingo de paciência. O cigarro já se encontrava entre os meus lábios, divertia-me a mandar o fumo contra as pessoas e quando elas teimavam em resmungar lançavas-lhe um olhar, capaz de amedrontar qualquer um. Vou ver se encontro alguém que me venda algo para me entreter.  Não sei que expressão tinha no rosto, mas eu não fiquei feliz com o que ela disse. Ela sabia que eu era completamente contra drogas e que isso deixava-me fora de mim. Raios, como odeio esta merda. – Então vai, mas não voltes. Nem fales mais para mim. – Virei costas.Ela deixou-me no pior estado possível, tinha o meu maxilar completamente cerrado e os punhos fechados. Agora sim, tinha atingido o cume do meu stress.
Imensas mãos tocavam em mim, agarravam-me e eu apenas as empurrava. Luke! Luke! Várias vozes femininas aclamavam por mim, na esperança de me cumprimentar. Sentia os seus olhares sobre mim, sobre o meu corpo e a minha cara. Aos olhos delas eu era apenas um gajo bom, um objeto completamente fodível e que dava origens a diversas imaginações na cabeça delas. – Luka…querrido. – A loira despertou a minha atenção, tinha um decote enorme e embora tivesse uma mamas pequenas, o seu corpo não deixava nada a desejar. Era uma das novas alunas de Erasmus da nossa turma, tinha um sotaque bastante forte e carregado e o seu inglês era bastante deprimente. Veio com duas amigas, que eu já fodi. Enquanto ela balbuciava coisas sem noção eu assentia com a cabeça, fingindo ligar ao que ela me estava a dizer. Só esperava que não estivesse a fazer conversa de circunstância e a perder o meu tempo. Olhei para o meu cigarro acabado e enterrei-o num dos vasos que estavam pela festa.   – Adorava mostrar-te a minha tatuagem. – O seu olhar de puta desesperada não surtiu grande efeito em mim, mas quem sou eu para recusar uma gaja destas? Ninguém. Abanei a minha cabeça e caminhei para a casa de banho com ela, de onde saí longos minutos depois, completamente satisfeito. Estas russas são loucas.

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Re: Universidade

Mensagem por Eva Stone em 18.07.16 21:48

Assim que entrei no pavilhão, ou melhor, assim que fui praticamente arrastada para o interior do mesmo, apreciei o ambiente que nos rodeava. Era igual em todas as festas. A música aos altos berros, toda a gente mais para lá do que cá, e comilanços em cada canto. Só gostava de conseguir perceber porque é que não podiam esperar até poderem fazer aquelas figuras num lugar onde não tivessem de obrigar os outros a assistir. Mas já nem valia a pena, as coisas não iam mudar só porque eu achava mais produtivo fumar uma do que lambuzar a cara de alguém encostada a um canto qualquer. Fiz uma careta face aos meus próprios pensamentos e só voltei a concentrar-me em Luke assim que senti alguém agarrar-me na cintura ao mesmo tempo que uma voz se juntou tanto ao meu ouvido que todo o meu corpo se eriçou. E eu sabia tão bem quem era. Mordi o lábio inferior com força, aproveitando que ele não me conseguia ver bem para fechar os olhos durante o tempo em que me falava, e só depois reagi.
- Se elas soubessem como és convencido, tenho a certeza de que perdias logo todo esse encanto que achas que tens.- provoquei, com um sorrisinho estampado no rosto, que tanto contrastou com a sua expressão furiosa. Mas o que é que eu tinha feito agora? - Luke? - ainda tentei chamá-lo, mas quando dei por mim, estava completamente sozinha no meio daquela multidão.- Luke? - gritei, olhando em volta, numa tentativa de o avistar algures, mas foi completamente em vão.- devia estar mesmo com pressa.- ironizei, tentando parar de imaginar o quer que fosse que ele tivesse ido fazer e decidi começar a tratar da minha noite. Ele podia desaparecer só porque eu tinha feito sabe-se lá o quê, certo? Então eu também podia fazer o que bem se apetecesse para tentar tornar aquela noite de merda numa noite não tão merdosa. Comecei então a andar pelo pavilhão, tentando afastar-me o melhor que consegui da multidão e foi então que reparei num rapaz junto do bar, com uma talha na mão. Sorri de imediato, por saber perfeitamente o que ele estava a fazer e não hesitei em aproximar-me.
- Vais ser um bom colega de faculdade e vais dar-me isso que estás a fazer com tanto amor e dedicação, não vais? - perguntei, mostrando-lhe o melhor sorriso que conseguia fazer e felizmente vi-o sorrir-me de volta.
- E o que é que me dás em troca se o fizer? - mas porque é que eles eram todos iguais? Revirei-lhe os olhos, pronta para lhe virar as costas e ir procurar alguém com algo melhor e com melhores intenções, quando o meu olhar parou sobre Luke, a sair da casa de banho...com uma loira qualquer. E ao contrário do que eu esperava, o meu corpo reagiu demasiado ao que os meus olhos estavam a ver. O sangue que corria nas minhas veias aqueceu de tal forma que não tardou até que sentisse as minhas bochechas ferver. E o meu coração estava tão descontrolado no meu peito que eu jurava que ele podia brotar-me pela boca a qualquer momento. Cerrei o maxilar com força, ao mesmo tempo que as minhas unhas se cravavam na palma da minha mãe e apressei-me a virar-me para o rapaz do charro, arrancando-lho das mãos.- dá-me essa merda.- rosnei, agarrando-lhe logo de seguida no braço.- anda, vamos dançar.- e quando dei por mim, já o estava a puxar para o centro da pista.

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Re: Universidade

Mensagem por Luke Corden em 01.08.16 12:43

A pista de dança parecia propagar-se para além dos limites estabelecidos, como seria de esperar. Não tentei sequer pedir licença ou fazer manobras para passar por entre toda aquela multidão, fixei um caminho e abri caminho com as mãos. Tentava não olhar para a minha volta, não queria ver as tristes figuras de Eva. Não sabia o que iria fazer se a visse com droga nas mãos ou uma merda parecida. Continuava a ser apalpado, e se elas percebessem o quanto eu odiava isto paravam instantaneamente, até porque cada vez que o faziam só me apetecia espetar um murro na tromba delas. Claramente esta merda irritava-me e era só uma das poucas razões pelas quais eu não ia para a cama com elas, não sabem cumprir limites. Fodasse.
A música que tocava era a maior merda que tinha ouvido nos últimos tempos, não poderia dizer se aquilo era espanhol ou português. Fixei o meu olhar na cabine de música e observei a disc jockey, uma morena que parecia não retirar o seu olhar sobre mim. Mas a única coisa que aclamava pela minha atenção eram as suas mamas, só queria agarrar aqueles cabelos e fodê-la ali mesmo. Mas agora, ia beber a minha água.
De forma propositada, a caminho do bar, passei pela sua cabine. – Devias ser menos óbvia. – Comentei, numa tentativa de me meter com ela. Ela sorriu-me em resposta, tinha o sorriso todo falso, tão branco capaz de me iluminar o caminho até ao bar. Antes que ela pudesse dizer algo caminhei até ao bar, sentei-me numa das poucas cadeiras vazias e esperei que alguém tivesse a decência de me atender rápido, porque vontade de saltar lá para dentro e pegar a garrafa para mim era demasiada. Fodasse, mas podem despachar-se? Que caralho. – Resmunguei e bati com os dedos na bancada. – O que queres? – Perguntou uma voz cuja eu não decifrei a sua direção. – Uma garrafa de água. – Retorqui num tom mais alto do que eu queria que tivesse saído. Em pouco minutos, reconheci a cara que me satisfez a sede. Era a jockey morena. Rapidamente estendeu-me a garrafa, e ainda mais rápido eu a agarrei, bebendo uma boa parte da garrafa de seguida. – Estavas com sede…- Constatou, observando-me de forma atenta. Conseguia perceber que o olhar dela vasculhava algo sobre mim. – Porque outra razão viria beber água? – Inquiri, revirando os olhos de seguida. Ao contrário do que eu esperava, ela não tinha vestido algo curto, não tinha tanta maquilhagem como no primeiro relance que dei, era genuinamente bonita. Tirando aquela merda de dentes que parecia querer cegar todos à sua volta. – É… sinceramente, também não queria saber. Só quero o teu número para te foder depois do trabalho. – Não sei se foi o facto de ela ser direta ou a maneira banal como o disse, mas a sua sinceridade fez-me esboçar um sorriso raro. Peguei no seu braço e com uma caneta escrevi o meu segundo número, não queria que a gaja me chateasse depois. Mal o fiz, ela sentou-se ao meu lado e pediu uma bebida qualquer com nome obsceno. – Como te chamas mesmo? – Ela perguntou pousando o seu olhar verde sobre mim. – Corden, e isto chega.- A conversa já se estava a prolongar mais do que eu queria, mas ao mesmo tempo não sentia necessidade de a afastar. Não obtive resposta da sua parte e talvez ela tenha ido embora, mas nem reparei. Estava demasiado concentrado no que estava a poucos metros de mim. Cerrei o maxilar ao ver Eva com um charro na mão e agarrada ao gajo mais fodido da nossa turma. Agora estava armada em puta e a vender-se. Que raiva, caralho. Não sei como me dou com uma drogada naquele género, saltei da cadeira para o chão e passei por eles, agarrado o charro e espetando-o num copo. – Tens noção da ridícula que estás a ser? – Perguntei contra ela e prendi a sua cintura, olhei para os seus olhos e tentei aliviar a tensão do meu maxilar, sem êxito.
Os seus olhos raiavam de sangue, pareciam meios desligados e a vontade de a largar ali, ao Deus dará, era gigante. Mas não suprimia este sentimento estranho de a querer salvar daquilo. – Tu não te queres tornar nessa merda. – Murmurei contra o seu ouvido, até o seu cheiro tinha desaparecido e dado lugar à merda que ela fumou. Peguei nela com o cuidado que nunca tive, mas sem superar a raiva que me consumia. Levei-a para a casa de banho, onde outrora tinha fodido a russa e sentei-a na bancada. Abri a água. – Lava a cara, Stone. – Ordenei.

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Re: Universidade

Mensagem por Eva Stone em 19.08.16 2:15

Não era como se aquele charro fosse suficiente para eu ficar como queria, mas tinha de admitir que me estava a saber pela vida. Principalmente depois do que tinha visto. Agora sim, conseguia perceber porque é que ele tinha desaparecido de repente. Afinal não tinha feito nada, tinha sido mesmo só a sua vontade incontrolável de foder que o tinha feito sair disparado de ao pé de mim. Enfim. Mas porque é que te estás a dar ao trabalho de pensar nessa merda, Eva? Cerrei o maxilar com força, ao mesmo tempo que abanava a cabeça - numa tentativa inútil de afastar aqueles pensamentos- e dei mais um bafo no charro, sentindo todo o meu corpo relaxar logo de seguida. Agora sim, era mesmo daquilo que eu precisava.
- Então, não estás a gostar de dançar? - e só mesmo quando a sua voz soou nos meus ouvidos é que eu me lembrei de que aquele gajo do charro ainda estava ali. Desviei o olhar para a sua cara, expelindo o fumo enquanto o fazia e acabei por encolher os ombros, puxando-o um bocado mais na minha direcção para não ter de lhe responder. Ele estava a tocar-me de umas formas um bocado estranhas, mas eu estava a ficar tão dormente que, sinceramente, já havia muito pouca coisa com a qual me importasse. Pelo menos era o que eu achava até que, de um momento para o outro, senti o charro ser-me arrancado das mãos.- 'Tão caralho? - gritei logo de seguida, provavelmente muito mais alto do que seria suposto e quando dei por mim, já o meu corpo tinha sido puxado contra algo realmente quente e estranhamente familiar. Ainda assim, o meu cérebro demorou alguns minutos a conseguir entender toda aquela situação.- mas que merda é esta? - perguntei, fechando os olhos com força assim que os senti arder e mal uma outra voz, que não a do rapaz do charro, ecoou por todo o meu corpo, eu percebi quem era. Era Luke.- tu não sabes nada sobre mim.- gritei-lhe, apesar de o meu corpo se manter pressionado contra o seu e respirei fundo antes de conseguir ganhar forças para me conseguir debater.- larga-me.- rosnei, subindo o olhar para o seu.- o que foi? Não me digas que já não tens mais gajas para foder.- disse sem pensar duas vezes e quando me ia preparar para lhe virar costas, voltei a sentir-me ser agarrada e levada dali para fora. A sorte dele era que o meu corpo estava demasiado descontraído, o que me impedia de raciocinar com muita rapidez. Ainda assim, eu não me tinha esquecido do que tinha visto. Fechei os olhos com força, mal uma luz forte embateu nos mesmos e queixei-me baixinho.- deixa-me ir embora.- ainda tentei, dando-lhe uns murros sem força no peito, mas rapidamente o meu corpo foi pousado numa superfície dura e fria. Olhei em volta, sentindo o meu coração palpitar com demasiada força, devido a tudo o que estava a acontecer tão de repente, e aos poucos fui-me apercebendo de que estava numa casa de banho. E não, eu não estava assim tão mocada para não conseguir perceber que casa de banho era aquela. Abri os olhos de repente, fazendo força com as minhas mãos sobre o balcão e obriguei-me a dar balanço ao meu corpo, desequilibrando-me mal os meus pés entraram em contacto com o chão.- Tu nem penses.- fixei o meu olhar no seu e respirei fundo antes de continuar.- que eu vou lavar a minha cara.- senti o sangue fugir-me todo para a cara à medida que falava.- no mesmo sítio onde estiveste a foder aquela loira oxigenada.- rosnei, cuspindo cada palavra.- aliás, porque é que não voltas para ao pé dela? - forcei um sorriso.- ou para ao pé de todas as outras que ainda queres foder? - acabei por elevar o meu tom de voz.- faz isso e deixa-me sair daqui.

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Re: Universidade

Mensagem por Luke Corden em 22.08.16 20:01

Ela tinha razão eu não sabia nada sobre ela, aliás eu nem devia confiar numa drogada daquela maneira. Ainda assim eu não conseguia largá-la, ela por alguma razão tinha passado pelos pingos da chuva e entrou dentro do meu escudo protetor. Devo dizer que estava muito bem lá sozinho, antes não tinha que me chatear com ninguém. – Tenho Stone. Tenho imensas gajas para foder, olha à tua volta. – Agarrei no seu queixo um tanto chateado e prendi a sua atenção, um pouco mais bruto do que queria. – Queres o que? Que vá fode-las?! É que vontade não me falta. – Rosnei contra o seu ouvido enquanto o seu corpo pousava no meu ombro, contra sua vontade. Os seus cabelos castanhos pareciam estar por toda a minha face, o seu corpo um tanto débil estava completamente protegido pelos meus braços que cobriam as suas costas completamente.
Precisei de me acalmar, sei lá nas merdas que pensei para não a deixar ali. Os seus murros eram um gerador de provação e só me apetecia bater em algo. – Achas mesmo que te vou deixar ir embora? Depois deste trabalho todo?! – Abanei a minha cabeça enquanto ela esperneava em cima da bancada. – Eva, lava a cara. – Pedi do meu próprio jeito e agarrei as suas faces. –Stone... - Já não sabia lidar com drogados, tinha-me esquecido ou a porrada que levei fez-me esquecer. Os seus olhos no meio daquela imensidão vermelha pareciam pedir socorro e eu não conseguia negar-lhe isto. Mas que grande caralho, foda-se. Foda-se! FODA-SE! Partia esta merda toda. – Pareces uma pita com ciúmes. – Proferi num tom tão alto que lhe cortei as palavras em seguida. A morena parecia ligada a uma corrente, eu já estava exausto só de a ver tentar sacudir-se de mim. A sua teimosia tinha sido intensificada pela puta da erva, por muito que quisesse lavar-lhe a cara tinha as mãos completamente ocupadas pelo seu corpo. – Não te esqueças que não quiseste lavar a cara a bem, depois não te queixes. – Desci as minhas mãos e voltei a coloca-la sobre o meu ombro, entrei por uma das portas daquela casa de banho fazendo-nos levar até ao balneário do pavilhão.
Haviam preservativos espalhados, alguns que só de olhar me fazia dar a volta a barriga. Existem gajos que davam para vacas leiteiras. Encostei-a a uma das paredes, mesmo debaixo do chuveiro e abri a água fria, fazendo com que a mesma caísse sobre ela. Aliás, sobre nós. Deixei-me encostar a ela enquanto levávamos com aquela agua gelada, não sabia porque raio me estava a submeter a isso. – Agora, por causa da tua brincadeira, vou ter que ir todo molhado para casa. – Resmunguei. Aquela noite tinha sido entulhada de drama, e por mais que quisesse admitir aquela agua meio que me acalmou de um jeito bom.

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Re: Universidade

Mensagem por Eva Stone em 26.08.16 2:44

Eu estava tão irritada com ele que nem me apetecia olhar-lhe para a cara. Cada vez que me passava pela cabeça a imagem de Luke a sair da casa de banho com aquela loira, eu...eu nem sabia o que fazer a tudo o que estava a sentir. Não, não fazia a mínima do porquê de me estar a sentir assim, mas não estava a conseguir evitar. O mais provável era ser do charro que tinha fumado e da capacidade que este tinha para me deixar solta e desinibida - até demais.
- Eu já te disse que não vou lavar a cara coisa nenhuma.- voltei a dizer, quando Luke voltou a insistir comigo.- deixa-me em paz.- cuspi, enquanto me tentava endireitar para conseguir sair daquela bancada fria e desconfortável mas, no preciso momento em que me estava a preparar para me levantar, senti o meu corpo ser agarrado de novo, ao mesmo tempo que Luke proferia algo que me foi impossível de compreender.- já te disse para me deixares em paz! - gritei-lhe, voltando às minhas tentativas falhadas de me soltar do seu corpo, mas não valia a pena. Ele tinha mais força e eu estava a começar a ficar cansada de insistir. Só queria mesmo que ele me largasse e me deixasse ir embora. Ao menos assim podia ir comer quem bem lhe apetecesse e eu não tinha de assistir. Cerrei o maxilar com força, sentindo algo húmido e indesejado escorregar-me pela cara, mas rapidamente me apressei a limpa-la com as mãos, antes de ser pousada no chão.- deixa-me ir embora Luke.- proferi, desta vez num tom baixo e tremido, mas apressei-me a endireitar-me, sem, contudo, focar o meu olhar no seu.- deix...- e de um momento para o outro, o meu corpo deixou de estar frágil para ficar completamente enrijecido com a água fria que começou a escorrer pelo mesmo.- mas que merda é esta?! - guinchei, sentindo cada bocadinho do meu corpo arrepiar-se e assim que levantei o meu olhar para Luke, apercebi-me de que o seu corpo estava demasiado próximo do meu. Próximo o suficiente para me cortar as palavras. Próximo o suficiente para me fazer esquecer toda aquela raiva que estava a sentir. Mordi o lábio inferior com força, sentindo o meu coração disparar de um momento para o outro e sem que me apercebesse, a minha cabeça caiu sobre o seu peito, enquanto o meu corpo congelava com a água que descia por dentro da minha roupa. Estava a sentir tantas coisas ao mesmo tempo que já não sabia o que pensar ou fazer. Por isso mesmo deixei-me ficar assim, quieta e encostada ao seu corpo quente, sem pensar em absolutamente nada.

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Re: Universidade

Mensagem por Luke Corden em 28.08.16 22:03

Eu odiava sentir o seu corpo assim tão próximo do meu, era de uma proximidade tão extrema que apenas me incomodava.
A agua fria caia abruptamente em cima de mim provocava-me dor e toda a situação só me deixava mais irritado. – Era para te refrescar as ideias. – Expliquei-lhe apenas para quebrar o silencio entre nós, até porque não lhe devia nenhuma explicação. Fechei a água rapidamente ao sentir o seu corpo ainda mais gelado que o meu, talvez…mas apenas talvez tivesse demasiado fria para ela. Em retorno, peguei no meu casaco , que entretanto ficou caído naquele chão  imundo, e cobri as suas costas.– Vá não sejas piegas, está verão e depois secas. – Já não estava sequer perto dela, tinha sido atraído por um espelho que me fez ver como eu estava sexy naquele momento. Talvez fosse por isso que ela estaria um tanto envergonhada, quem não estaria? Eu sou o único homem pelo qual eu me sinto atraído. Foda-se, obrigada genética. Ou não, que os meus pais são feios como a merda.
Quando me virei para a frente encarei os mamilos duros de Eva, a sua camisola estava encharcada ao ponto de eu conseguir ver tudo com pormenor. Eles pareciam estar a afrontar os meus pensamentos e tive mesmo que morder a bochecha para não deixar a minha imaginação surtir, ate porque a minha vontade era dobra-la sobre a bancada e fode-la ali.
Colocar as minhas mãos nos... Foda-se, para caralho. Estava mesmo a fazer um esforço para não pensar, para não olhar.
Nunca tinha feito isto por uma miúda, ainda fico é com problemas graves porque com bolas azuis de certeza.


Última edição por Luke Corden em 31.08.16 1:06, editado 1 vez(es)

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Re: Universidade

Mensagem por Eva Stone em 28.08.16 23:35

Estava tão concentrada em tentar fazer com que o meu corpo parasse de tremer que nem me dava ao trabalho de pensar em mais nada. E talvez fosse melhor assim, pelo menos daquela forma não me preocupava em relembrar o facto de Luke odiar proximidades e o meu corpo estar próximo do seu daquela forma. Além do mais, não pensar em nada era bom, e eu precisava tanto daquilo.
- Eu acho que era mais congelar que tu querias dizer.- atirei para o ar, acabando por abraçar o meu corpo com os braços e agradeci mentalmente quando a água gelada parou de cair sobre o mesmo. O meu corpo estava a voltar à normalidade. Começava a deixar de sentir aquela flutuação prazerosa, aquela leveza que me fazia sorrir sem razão. Fechei os olhos durante breves segundos, acompanhando esse movimento de um suspiro pesado e só os voltei a abrir quando senti algo quente sobre os meus ombros. Não precisei de olhar para onde quer que fosse para perceber que aquela peça de roupa pertencia a Luke, apesar da predominância do cheiro a tabaco, o seu perfume ainda me conseguiu inundar o nariz de forma a deixar-me ainda mais dormente do que aquilo que já estava. Pelo menos até à imagem da loira nojenta me voltar a assombrar os pensamentos. Abri os olhos de repente, fitando-o através do espelho.- podes levar-me a casa? - pedi, num tom seco, ao mesmo tempo que ajeitava o casaco de forma a aquecer-me melhor.- esta noite já deu o que tinha a dar.

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Re: Universidade

Mensagem por Luke Corden em 31.08.16 1:40

Eu realmente gostava de receber um livro de instruções desta gaja. Realmente gostava. Em segundos deixava-me louco ao ponto de a querer fode-la e logo depois deixava-me puto de raiva.
A única razão pela qual eu continuava a aturar esta merda era porque ela parecia estar tão ou mais fodida e perdida que eu…e foda-se, estou a desenvolver sentimentos de compaixão. Daqui a nada torno-me um maricas. – Não sei se me apetece levar-te a casa. – Ripostei enquanto mirava os seus mamilos contra aquele seu top tão fino, aposto que o conseguia rasgar até com os dentes. Mas hoje não estava lua cheia e, portanto, continuava a ser um humano normal. Levantei ligeiramente o meu olhar, apenas o suficiente para encarar a sua face e dei algumas passadas, com o intuito de me aproximar da sua figura. As minhas pupilas tinham-se dilatado por completo, e eu sabia dessa merda porque a pouca luz que o balneário tinha fazia os meus olhos arderem como a merda. Mas mais dilatados estavam os olhos da morena, raiados de sangue.– Porquê, caralho? Porque fumas essa merda? – Perguntei sem me preocupar com o meu  tom de voz. – Aliás, nem respondas Eva. Não vale a pena, vais ser sempre aquela drogada e se continuares assim não vais passar disso. – Podia continuar, podia ao menos dar-lhe algum exemplo, dos tantos que conhecia, mas não. – Eu tenho regras e tu sabes disso, e eu não vou mais tolerar isso…esse comportamento ao pé de mim. Queres ser uma drogada? Muito bem! Sê-lo… mas longe de mim. – Deslizei as minhas mãos, sentindo o tecido molhado que cobria o meu corpo e escondi as mesmas nos bolsos das calças. – Agora se quiseres eu deixo-te num hotel a caminho de minha casa, porque já me fodeste a paciência para levar-te para casa e eu não quero aturar-te na minha. 

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Re: Universidade

Mensagem por Eva Stone em 08.09.16 1:53

Não sei se era do efeito da droga estar a passar ou se era mesmo do meu mau feitio, mas estava a ficar tão impaciente de estar fechada dentro daquele balneário que pouco me faltava para começar a implorar a Luke que me levasse a casa. Não queria mais olhar para a cara dele e lembrar-me da cara nojenta daquela gaja. Não queria mais estar ali. A única coisa que queria realmente era que o dia de hoje acabasse o mais depressa possível. Mas pelos vistos o Luke não ia cooperar.
- Mas estás parvo? - rosnei assim que o ouvi dizer-me que não sabia se lhe apetecia levar-me a casa.- foste tu que me trouxeste, por isso, vais ser tu a levar-me.- atrevi-me a fixar o olhar no seu e foi como se aquele gesto fosse o despoletar de todas as palavras que lhe saíram pela boca no segundo a seguir. Não vale a pena, vais ser sempre aquela drogada e se continuares assim não vais passar disso. Mas quem é que ele pensava que era? Quem era ele para me julgar? Fechei ambas as mãos em punho, cravando as unhas na palma das mesmas à medida que o ouvia falar e a raiva cresceu de tal forma dentro de mim que não consegui evitar as lágrimas. Não estava triste, não estava desiludida...estava furiosa. Era como se todas as suas palavras tivessem sido de tal forma canalizadas pelo meu corpo que a única maneira de as expulsar era através das lágrimas.- mas quem é que tu pensas que és para me julgar?! - acabei por lhe gritar, cortando-lhe a fala assim que consegui.- tu não sabes nada sobre a minha vida! - continuei, não me preocupando em travar as lágrimas que me desciam pela face.- eu fumo quando eu quiser, onde eu quiser, e tu não tens nada a ver com isso.- cuspi, acabando por dar um passo na sua direcção.- aliás, prefiro drogar-me à força toda do que foder com o primeiro gajo que me aparece à frente e ser um coração de gelo como tu.- continuei a gritar-lhe, sem conseguir conter as palavras. O meu corpo estava tão descontrolado e enraivecido que eu nem precisava de me olhar ao espelho para saber que toda a minha cara tinha ganho uma tonalidade vermelha. Não queria saber de mais nada. Passei as duas mãos pela cara, enxugando parte das minhas bochechas e agarrei no casaco dele, que estava pousado sobre os meus ombros, atirando-lhe para cima.- não preciso de ti para nada.- olhei-o nos olhos, antes de virar costas.- vou para casa sozinha.- ainda não tinha acabado de falar e já o meu corpo se dirigia para a saída. Isto já tinha ido longe demais.

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Re: Universidade

Mensagem por Alison Kennedy em 01.11.16 0:38

Dei-lhe um soco sem força no braço com a sua gracinha - Eu também sou linda. - disse deitando-lhe a língua de fora. Olhei novamente para ele de sobrancelhas semicerradas e abanei a cabeça - Estou bem assim. - respondi com um bufo. Estava prestes a sair do carro quando me lembrei - E tu? - perguntei olhando-o fixamente - Vais com quem?

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Re: Universidade

Mensagem por Reece Kennedy em 01.11.16 0:49

- Mas isso é porque és igual a mim.- respondi-lhe, fugindo do seu soco quando se esticou na minha direção e acabei por soltar uma gargalhada marota, mandando-lhe um beijinho pelo ar. Estiquei ligeiramente o braço para pegar na minha mochila e ia sair do carro até ouvir a pergunta da minha irmã.- não sei.- disse.- provavelmente devo ir com eles.- encolhi os ombros. Para ser sincero nem sequer tinha perdido tempo a pensar nisso. Eu só queria ir e passar um bom bocado, pouco me importava quem ia ou não comigo.- bem, vamos? - decidi acabar com o tema.- já estamos atrasados.

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Re: Universidade

Mensagem por Alison Kennedy em 01.11.16 0:54

Fiquei imóvel à espera da resposta do Reece e só quando me senti relaxar é que percebi que estava à espera que ele dissesse que ia com a Megan mas felizmente isso não aconteceu. Agarrei na minha mala e sai finalmente do carro - A culpa é tua. - disse com um meio sorriso enquanto entrávamos no edifício principal.

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Re: Universidade

Mensagem por Reece Kennedy em 05.11.16 23:22

Para ser sincero, aquele tema já me estava a deixar incomodado. Por isso mesmo, apressei-me a sair do carro e esperei que Alison fizesse o mesmo para o trancar.
- Precisas de boleia para voltar para casa ou sais muito tarde? - perguntei, enquanto colocava a mochila ao ombro.- se quiseres posso esperar por ti.- e assim que terminei de falar, senti uma pancada nas costas.
- Olá jeitosa.- era Will e como sempre, não estava a falar para mim. Will já era meu amigo muito antes de termos entrado para a faculdade por isso mesmo, também já conhecia Alison. Bem demais.- já não te via há muito tempo.- e como se eu não estivesse ali, ele aproximou-se para a cumprimentar. Cerrei o maxilar com força, sentindo todo o meu corpo contrair e tive de me controlar bastante para não fazer nada.
- Acho melhor irmos para as aulas.- rosnei.- já estamos atrasados.

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Re: Universidade

Mensagem por Alison Kennedy em 05.11.16 23:29

Ponderei alguns segundos para tentar recordar o meu horário antes de responder ao Reece - Se puderes esperar dá para irmos juntos. - se não apanharia o autocarro que também não fazia mal nenhum. Olhei para trás com um sorriso nos lábios quando ouvi aquela voz conhecida - Olá Will. - cumprimentei de volta e rapidamente voltei a olhar para o meu irmão - Nunca te vi com tanta vontade de ir para as aulas. - constatei rindo.

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Re: Universidade

Mensagem por Reece Kennedy em 05.11.16 23:35

- Estás muito bonita hoje.- e se eu já não estava a conseguir aguentar, aquilo não ajudou. Mas porque é que ele insistia naquela merda? - achas que me podes acompanhar na festa, mais logo? - e antes que Alison pudesse responder, o meu punho foi parar ao seu estômago.
- Ela não pode.- apressei-me a dizer.- vai comigo.
- Foda-se meu, acordaste mal disposto foi? - resmungou, ainda a massajar a sua barriga.- vocês são irmãos, já estão juntos a toda a hora.- ele continuou.- qual é a cena de ela ir comigo? - voltei a cerrar o maxilar, sentindo já os dentes a doer da força que estava a fazer.

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Re: Universidade

Mensagem por Alison Kennedy em 05.11.16 23:40

- Obrigada, Will. - já conhecia o Will há tanto tempo e sempre de andar à volta do meu irmão que sentia como se fossemos amigos apesar de não sermos verdadeiramente amigos. Mas a pergunta dele sobre a festa apanhou-me totalmente de surpresa - Eu- - comecei mas não consegui acabar a frase antes do Reece me interromper e juntei as sobrancelhas confusa - Não ias com os teus amigos? - perguntei ao Reece.

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Re: Universidade

Mensagem por Reece Kennedy em 05.11.16 23:45

Eu sabia que Will era meu amigo e que desde sempre se tinha sentido demasiado à vontade com Alison, mas estava a passar das marcas. Passei uma mão pelo cabelo, tentando manter-me o mais calmo possível e só quando ouvi a voz de Alison é que voltei a olhá-los.
- Suspostamente.- cuspi, sentindo todo o meu corpo vibrar de tão tenso que estava.- mas façam o que quiserem, não me meto mais nesta merda.- e antes que alguém dissesse mais alguma coisa, virei costas e entrei na faculdade. Tinha o pequeno pressentimento de que se continuasse ali era capaz de fazer alguma coisa da qual me ia arrepender bastante.

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Re: Universidade

Mensagem por Alison Kennedy em 05.11.16 23:49

Juntei as sobrancelhas com o comportamento do Reece e olhei novamente para o Will que se limitou a encolher os ombros - Pensa nisso. - disse ele com um sorriso - Agora vou ver se acalmo a fera... Até logo.
Sorri-lhe de volta e deixei-me ficar para trás, caminhando até à sala onde teria as minhas aulas.

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Re: Universidade

Mensagem por Reece Kennedy em 06.11.16 0:02

Eu estava a sentir-me tão irritado naquele momento que só pedia mentalmente que Will não me aparecesse à frente.
- Reece? - parei de andar assim que senti uma mão agarrar-me no braço.
- O que é que foi? - e só quando me virei de repente é que vi os olhos tristes de Megan.
- Ei, calma.- ela murmurou, afastando-se ligeiramente.- eu só te queria perguntar se podíamos falar.
- Megan.- suspirei, tentando não ser bruto novamente. Mas a verdade era que aquilo era a última coisa de que precisava.- eu estou atrasado para a aula, falamos depois, está bem? - e para que ela não tivesse tempo de dizer mais nada, apressei-me a depositar-lhe um leve beijo na testa e virar costas para entrar na sala.

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Re: Universidade

Mensagem por Alison Kennedy em 06.11.16 0:07

Estava já parada à porta da sala a tirar o telemóvel do bolso para mandar uma mensagem à Evie quando vi o Reece mais ao fundo do corredor com a Megan colada a ele. Claro. De certeza que iam juntos à festa e mesmo que não fossem de certeza que iam acabar num canto a curtir. Senti o meu sangue ferver e não consegui pensar em mais nada. Caminhei até junto do Will que falava com um rapaz que conhecia apenas de vista - Will? - ele levantou o olhar para mim com um sorriso - A minha resposta é sim. Vamos juntos logo. - respondi sorrindo antes de me afastar novamente para a porta da minha sala. O meu sorriso foi desaparecendo aos poucos enquanto pensava naquilo que estava a fazer. O que raio é que estava a fazer?!

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Re: Universidade

Mensagem por Reece Kennedy em 06.11.16 0:21

Assim que entrei na sala, sentei-me na primeira cadeira que me apareceu à frente. Escusado será dizer que não apanhei nem um bocadinnho daquilo que a professora disse durante a hora e meia em que ali estive. Se eu achava que nada me ia conseguir estragar o dia, estava enganado. Agradeci mentalmente assim que a professora deu a aula por terminada e apressei-me a arrumar as coisas na minha mochila.
- Mano, podemos falar? - e mais uma vez, fui impedido de continuar a andar.- não era suposto ficares lixado por ter convidado a tua irmã meu, tu sabes que eu nunca a iria des...- e eu juro que me tentei controlar, mas não consegui. Antes que me conseguisse travar, já a minha mão lhe estava a agarrar na t-shirt e a empurrá-lo contra a parede.
- Eu já te avisei para te afastares da minha irmã.- rosnei, fixando o meu olhar no seu enquanto falava.- ela não é dessas gajas com quem fodes.- continuei, não lhe dando oportunidade de falar.- por isso é bom que te afastes dela! - acabei mesmo por gritar, sentindo-me ser empurrado logo de seguida.
- Mas tu estás-te a passar? - foi a vez de Will gritar.- eu seria incapaz de a magoar, e tu sabes muito bem disso! - cerrei o maxilar, controlando a minha vontade de o encostar à parede novamente.- não acredito que estás a fazer uma cena destas só por causa de uma festa.- Will abanou a cabeça, enquanto arranjava a t-shirt.- só nos vamos divertir.- e assim que as suas palavras ecoaram na minha cabeça, todo o meu sangue ferveu. Ela tinha aceitado? Fechei as mãos em punho, sentindo-me a ficar demasiado descontrolado.
- Vai-te foder.- cuspi, dando-lhe apenas um empurrão e virei costas antes que não me conseguisse controlar de todo.

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Re: Universidade

Mensagem por Alison Kennedy em 06.11.16 0:31

Acabei por entrar na sala já com a Evie ao meu lado mas não conseguia ouvir nada do que ela dizia quando na minha cabeça continuava a ecoar o porque se ter aceitado ir com o Will à festa. Era uma estupidez mas tinha ficado totalmente passada por ver o Reece novamente com a Megan e ele ainda lhe tinha beijado a testa! Mas acima de tudo... Ele era o meu irmão... Eu não devia estar assim por causa do meu [/i]irmão[/i]... Acabei por ganhar coragem para contar à Evie que afinal não ia com ela mas comprometendo-me a estar com ela até porque na realidade não queria estar sozinha com o Will e ela acabou por aceitar as coisas bastante bem. Faltava o Reece... Mas ele ia com a Megan por isso. Revirei os olhos e acabei por não tomar atenção a aula nenhuma daquele dia, dando-me por satisfeita quando finalmente acabou. Dirigi-me até ao parque de estacionamento para esperar pelo Reece e irmos para casa, demasiado ansiosa por voltar para junto dele e com a festa dali a umas horas.

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Re: Universidade

Mensagem por Reece Kennedy em 06.11.16 0:38

Eu só queria ir para casa. É que já nem me apetecia ir aquela merda de festa, apesar de saber que o álcool era capaz de conseguir ajudar. Ainda assim, apressei-me a sair da faculdade quando as aulas finalmente acabaram, sentindo a minha raiva intensificar-se assim que vi, ao longe, Alison encostada ao meu carro. Revirei os olhos, destrancando-o de longe e assim que me aproximei do mesmo, limitei-me a entrar, em silêncio, esperando que ela fizesse o mesmo.

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Re: Universidade

Mensagem por Alison Kennedy em 06.11.16 0:41

Não era preciso ser muito inteligente para saber que o Reece continuava e estava ainda mais chateado porque de certeza já sabia que eu tinha aceitado ir com o Will à festa. Mordi o lábio inferior com um suspiro e limitei-me a seguir os seus movimentos e entrar no carro também sem saber o que dizer e com medo de dizer a coisa errada e deixá-lo ainda pior. Mas ele ia com a Megan. E era esse pensamento que rapidamente me deixava também a mim irritada e sem vontade de lhe falar.

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