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Byron Bay

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Byron Bay

Mensagem por Sir Peter em 09.05.16 23:11

Relembrando a primeira mensagem :

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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Brandon em 29.06.16 22:12

Agarrei-a pela cintura e enrolei as pernas dela a volta da minha cintura.
-Porque não? - Falei perto do seu ouvido, tocando com a ponta dos dedos no seu pescoço, vendo a pele a ficar arrepiada. Deixei um beijo molhado nesse sitio. -Tens a certeza que não queres?

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Re: Byron Bay

Mensagem por Marie Thompson em 29.06.16 22:30

Não sei se és assim tão divertido quanto pareçes e as vezes as aparençias iludem. Disse baixinho, sentindo o seu toque e depois o seu beijo no meu pesçoco e arrepei-me ligeiramente. Secalhar tens de me provar o contrario.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Brandon em 29.06.16 22:33

-Ou talvez não. - Ri e puxei-a mais para mim. Olhei-a nos olhos e beijei-a de repente, intensificando o beijo a medida que passava as mãos nas suas costas e uma das mãos traçava um caminho pelas suas pernas.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Marie Thompson em 29.06.16 22:39

Correspondi ao seu beijo rodeando o seu pescoço com um dos braços e levei a mão disponivel a passar pela sua tishrt sentindo o seu tronco musculado.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Brandon em 29.06.16 22:43

Subi as mãos pelas suas costas, pegando-a pelas nádegas. Levei-a para a areia, continuando a beija-la e apalpei o seu rabo, dando uma pequena palmada de seguida enquanto lhe mordia o lábio.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Marie Thompson em 29.06.16 22:56

Deixei-me levar por ele e deitei-me para tras na areia, puxei-o para mim. Beijei-o de uma forma intensa e provocadora, acabei por nos rolar na areia ficando eu por cima.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Brandon em 29.06.16 23:06

Gostei que ela se tivesse posto em cima. Deu para passar as mãos por todo o lado. Puxei-a pelo rabo enquanto a fazia sentir a excitação. Comecei a beijar-lhe o pescoço lentamente, levando uma mão aos seus seios.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Marie Thompson em 29.06.16 23:19

Mordi o labio e roçei-me lentamente nele so para o deixar ainda mais excitado ou para provocar. Beijei os seus labios de leve e afastei-me ligeiramente para lhe tirar a tishrt e aproveitei tambem para tirar o meu top.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Brandon em 29.06.16 23:27

Quando a vi a tirar o top, sentei-me e puxei-a para baixo de mim novamente, a medida que lhe tirava o soutien. Deixei-a presa contra o meu corpo, descendo com a mão para as suas calças, desapertando as mesmas e olhei-a nos olhos, beijando-a de seguida intensamente.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Marie Thompson em 29.06.16 23:32

Correspondi ao seu beijo, deslizando as minhas mãos pelo seu corpo, começando depois a desapertar as suas calças e quebrei o beijo, mordiscando-lhe o labio olhando-o de forma provocadora.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Brandon em 29.06.16 23:35

Ela era sensual, tinha de admitir. Tirei-lhe a roupa toda, deixando-a so de lingerie. Correspondi ao olhar e levei a boca a passar pelo seu corpo todo, encaixando-a bruscamente em mim, roçando um pouco antes.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Marie Thompson em 29.06.16 23:39

Os meus olhos fecharam-se sentindo os seus labios pelo meu corpo, deixando pequenos suspiros escaparem, e depois um baixo gemido ao senti-lo em mim.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Brandon em 29.06.16 23:45

Mordisquei lhe os mamilos enquanto puxava o seu cabelo suavemente. Levei os dedos por dentro das suas cuecas, torturando-a um pouco. Olhei-a nos olhos. Ri-me baixinho e mordi llhe o lábio.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Marie Thompson em 29.06.16 23:53

Estava a ficar cada vez mais excitada e com vontade de o ter em mim! Ele gostava de brincar e de jogos! Escolheu a pessoa errada porque eu tambem sabia jogar e torturar! Levei a minha mão dentro dos boxers e começei lentamente a acariciar o seu membro, sem desviar o meu olhar do seu.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Corden em 29.06.16 23:58

Estava complemente fodido da minha cabeça. Precisava de ar. Precisava de não ir a casa. Precisava que os barulhos e as luzes não aumentassem a sua intensidade e me quisessem fazer gritar. O mundo já não estava cor-de-rosa, os pugs já não esvoaçavam sobre as cabeças das garçonetes e o suor já não nascia de forma tão abrupta. – Pare. – Ordenei, num tom de voz rouco e fraco. – Preciso de ar… - Tirei duas notas da minha carteira e coloquei-as sobre o banco. Ao abrir a porta do táxi, levei instantaneamente com a brisa da praia na cara. Caralho, que cheiro nojento. Como nunca me apercebi disso? O meu corpo exigia um cigarro, percorri a minha mão pelos bolsos e em curtos gestos consegui colocar um cigarro por entre os meus lábios. Deixei que o fumo percorresse todo o meu canal respiratório antes de o sucumbir do meu corpo. Podia jurar que me estavam a chamar, ou talvez fosse os restos de droga ainda a fazer efeito. Dei um pontapé na areia, fazendo a mesma revirar-se contra mim. – Karma de merda, filhos da puta  - Resmunguei num tom alto e quando olhei para baixo vi o que não queria ver, vi o que deveria estar a fazer. Mas talvez fosse o destino, talvez devesse ensinar ao casal a foder de forma correta.– Estava a falar da areia – Justifiquei-me, contra a minha vontade de não o fazer. Esta gente não merecia uma justificação minha. – Não olhem para mim, continuem… - Encolhi os ombros. – Se fosse um tarado ia ver porno não via uma atuação tão triste como essa. – Aos poucos fui caminhando até ao fim da praia. Que merda, pensei que as praias fossem infinitas ou mais longas…Talvez devesse ter perguntado se tinham algo para comer. Tenho uma fome do caralho.  

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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Brandon em 30.06.16 0:13

Ri-me e senti-me a ficar cada vez mais duro. Inclinei-me sobre ela, deixando-a mexer a vontade e comecei a beija-la intensamente, puxando-a mais para mim. Com uma mao, tirei um preservativo das calças.
Fiquei tao a toa com o que o rapaz disse. Parece que o sexo incomodava certas pessoas. Alias, quase sexo pois isto não era nada. E todos sabíamos que porno é sempre exagero.
- parece que fomos interrompidos. Vamos para minha casa?

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Re: Byron Bay

Mensagem por Marie Thompson em 30.06.16 0:25

Arregalei os olhos ao ouvir um rapaz qualquer todo lixado so porque estavamos ali aos amassos. Devia era tar com falta -.-
Olhei o Luke. É melhor, antes que apareça ai mais pessoal. Acabei por rir, afastando-o de mim e começei a vestir-me.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Brandon em 30.06.16 0:35

Ri-me e vesti tudo rapidamente. Peguei nas chaves do carro e fomos andando para lá.
Conduzi o mais rápido possível. Não queria perder tempo, até porque agora ia ser difícil fazer tudo bem.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Eva Stone em 02.07.16 16:40

Como já era habitual, fui acordada pelo som irritante do meu telemóvel. No entanto, desta vez não tinha sido com o som igualmente irritante do despertador mas com o aviso de receção de uma mensagem. Resmunguei baixinho, ao mesmo tempo que esticava uma das mãos em direcção à mesinha de cabeceira onde o aparelho estava pousado, e depois de o conseguir agarrar, fiz um enorme esforço para conseguir abrir os olhos e conseguir que o meu cérebro decifrasse todas aquelas palavras que apareciam escritas no ecrã. Agora que o efeito de todos aqueles cigarros especiais que fumara ontem tinha passado, era como se a minha cabeça pesasse o triplo, o que me dificultava ainda mais a simples tarefa de ler aquela mensagem.
- Vem...- respirei fundo.- ter comigo..- pisquei os olhos várias vezes, numa tentativa de tornar a minha visão o mais nítida possível.- mas quem é que me quer chatear a esta hora? - resmunguei, deixando rapidamente de ler a mensagem e no preciso momento em que ia voltar a pousar o telemóvel, os meus olhos trespassaram pela foto que tinha guardada para de quem quer que fosse aquele número. Era Luke. Aliás, só podia, quem mais me iria incomodar aquelas horas? - sempre a mesma merda.- voltei a resmungar, atirando o telemóvel para o meio dos lençóis e tive de contrariar a minha vontade de me voltar a deitar para me conseguir levantar da cama e vestir as primeiras peças de roupa que encontrei no meu armário. Despachei-me em pouco menos de 5 minutos, decidindo apanhar o meu cabelo num rabo de cavalo para ser mais rápido e dirigi-me logo de seguida para a cozinha, preparando duas sandes de queijo para lhe levar. Agarrei também num pacote de bolachas e só depois me dirigi para a porta, tendo cuidado ao fechá-la, para não acordar ninguém. A última coisa que me apetecia agora era que o meu pai acordasse. Ainda estava decidida a arquivar os meus problemas, nem que fosse por apenas mais algumas horas. Guardei a comida dentro da minha mala, aproveitando para tirar os meus óculos de sol de lá de dentro e depois sim, comecei a andar em direcção à praia que Luke me tinha indicado na mensagem. A única coisa menos negativa de tudo aquilo era que a praia nem ficava assim tão longe de minha casa e eu até gostava de lá ir, ainda que fosse demasiado cedo para qualquer ser humano consciente já estar fora da cama.
Passei as duas mãos pelo cabelo, numa tentativa de tentar prender aqueles cabelinhos irritantes, mas a brisa que agora se começava a sentir não ajudava. Era o que acontecia quando nos aproximávamos do mar. Desviei o meu olhar em direcção do mesmo, percebendo assim que já tinha chegado e não precisei de procurar muito até conseguir perceber onde Luke se encontrava. Afinal de contas, quem mais poderia estar deitado no meio da areia, com a praia completamente deserta? Abanei a cabeça, como que a reprová-lo mentalmente e dei uma corridinha até ao seu encontro.
- Eu nem te vou perguntar o que é que te aconteceu.- apressei-me a falar, ao mesmo tempo que tirava a comida de dentro da mala e lha atirava para cima do peito.- aqui tens.- resmunguei.- espero que saibas que me deves mais do que uma, depois de me teres obrigado a sair da cama a uma hora destas.
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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Corden em 02.07.16 20:13

Devo ter adormecido, quando acordei o sol batia intensamente sobre a minha pele esbranquiçada. O meu estomago parecia esmurrar tudo a sua volta e a fome tornara-se pungente. Os meus olhos, de tão azuis e claros, estavam doloridos do sol que praticamente os tinha queimado. Sentei-me na areia, um pouco zonzo, e peguei no meu telemóvel. Devia estar a acabar de foder uma, não esta situação de sem abrigo. À medida que deslizava o dedo por entre os variados contactos que tinha no telemóvel apercebi-me da humilhação que iria passar, mas que se foda. A minha empregada foi a minha primeira tentativa, mas a cabra não devia precisar do emprego visto que não me atendeu. Também foi a primeira e última que me fez isso. Ia agora tentar uma gaja, porque de maneira alguma iria chamar algum gajo. Caralho, mas que merda ia lhe dizer também? Decidi então não mandar mensagem naquele instante, mas à medida que a minha barriga roncava mudei de opinião rapidamente. – Pensa, caralho…pensa. – Murmurei para mim mesmo e bati com a mão na minha testa. Quem é que estaria disposta a vir cá sem me saltar para a espinha? E que sinceramente eu não estava com paciência para as aturar. Passado pouco tempo o meu dedo parou na candidata perfeita. Eva. Não bastou muito para lhe mandar a mensagem.
A minha roupa ficara no areal espalhada assim que decidi ir ao mar, corri de forma vagarosa para o mesmo e mergulhei. Parecia que estava no mar há uma eternidade de tempo, que ela estava a demorar imenso e por isso só conseguia barafustar e ficar irritado. Deitei-me então sobre as minhas coisas e fechei os olhos um pouco, acabando por adormecer novamente. Despertei com o som de voz de alguém conhecido, abri os olhos como se não tivesse acabado de acordar. Como se alguém, alguma vez, me fosse ver a dormir. No meu momento mais vulnerável. – Eva, não podias ter sido mais lenta, pois não?! – Resmunguei num tom rouco enquanto abria, de forma desesperada e trinquei logo a primeira sandes que abri. Acho que comi papel. Que merda, fodasse. – É melhor não perguntares, não vais mesmo querer saber. – A verdade é que minha situação era humilhante, mas vou deixa-la pensar o que quiser. Hoje vou dar nos cornos dos gajos, fode-los todos.  – Fizeste isto porque quiseste, não penses que te vou agradecer. – Por muito que a minha voz saísse num tom desagradável, como habitual, os meu olhar demonstrava o gozo por detrás das minhas palavras. – Acredita querias vir ter comigo, muito mais do que eu desejava esta sandes. – Esbocei um sorriso altamente gozão e levantei uma sobrancelha. A Eva era das únicas raparigas com que nunca me tinha envolvido, não é que não a desejasse. Até porque ela é boa, mas…não a conseguia desrespeitar naquele sentido. Sabia que nunca mais falaria com ela, assim como não entro em contacto com nenhuma das gajas com quem já fodi. - Como vieste para aqui? Que horas já são? Estamos atrasados? – perguntei, bombardeando-a de perguntas, mas rapidamente me arrependi de o ter feito.- Nem vejas, não vale a pena. Estou a cagar-me para aquilo, quero ir dormir. – Encolhi os ombros e continuei a devorar a segunda sandes. Estava deliciado com uma sandes de queijo, será que tinha algo mais ali?

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Re: Byron Bay

Mensagem por Eva Stone em 02.07.16 20:30

Para ser sincera, já nem me lembrava muito bem como é que Luke se tinha tornado tão meu amigo. Não era como se fossemos amiguinhos do coração mas ele era, sem dúvida, a pessoa com quem me dava melhor desde que entrara para a faculdade. E não o era pelos seus belos olhos azuis, que já agora me deixavam bastante atordoada sempre que me atrevia a olhá-los com mais atenção, mas sim pela sua forma de estar. Ele era a única pessoa que nunca fazia perguntas porque, tal como eu, ele simplesmente não queria saber. E era disso mesmo que eu precisava, de pessoas que não quisessem saber, de pessoas que se estivessem tão a cagar para tudo que eu acabava por não pensar em nada quando estava ao pé delas. Sabia tão bem.
- Pelo teu aspeto nojento, quase que me atrevia a dizer que tiveste uma noite calorosa aqui no meio da areia e que depois, quando finalmente se fez luz, ela te abandonou com o susto.- pisquei-lhe o olho, com o gozo estampado no meu rosto, que rapidamente se manteve, face às suas palavras.- oh sim.- revirei ligeiramente os olhos.- estava tão desejosa de te ver que decidi acordar quase de madrugada só para vir ver esses teus lindos olhos azuis.- ironizei, ao mesmo tempo que lhe atirava um bocado de areia para cima, e só quando o ouvi perguntar-me pelas horas é que me lembrei que hoje era o dia da festa que ia haver na nossa faculdade. Baixei o olhar para o meu relógio, constatando que faltava pouco mais de duas horas e voltei depois a olhar para ele, prendendo uma mecha de cabelo atrás da orelha, antes de começar a falar.- ainda tens mais do que tempo para te ir arranjar e ficares cheiroso.- encolhi os ombros.- ou não me digas que vais querer perder a oportunidade de engatar esta noite.- piquei-o, oferecendo-lhe uma leve cotovelada no braço. Não era como se me apetecesse muito ir, mas tudo era melhor do que voltar para casa.
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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Corden em 02.07.16 20:57

A minha intensidade resumia-se à minha frieza, uma espécie de oximoro. O meu cabelo ainda se encontrava um tanto molhado, abanei a cabeça para sacudir o resto da areia e procurei as minhas calças. – Decidi vir para aqui ficar moreno e deixar a mota a frente do bar porque não queria que ela mudasse de cor. – Trocei-a e foquei-me no seu olhar, tentando-a ler. – Mas a verdade é que acordaste e vieste. – Semicerrei os olhos ao declarar o dito. Enquanto tentava abafar o meu pensamento, vesti as minhas calças. Queria rejeitar a duvida e a resposta que me fazia fazer decifrar o porque de ela o ter feito. De ter acordado tão cedo para estar aqui comigo sabendo que não iria ter algo em troca. É realmente muito estranho. Não queria pensar muito no porque de ela o ter feito. As coisas estão bem como estão. – Fodasse! – Rabujei num tom tao baixo que apenas eu percebi. Devia ter apanhado um escaldão, que caralho. Também quem me manda ser idiota e adormecer umas oito horas aqui?!
Vesti a minha camisola rapidamente e ajeitei o meu cabelo, não deixei de a perseguir com o meu olhar à medida que ela se movimentava. Se não fosse pelo…pelo respeito, talvez, eu fodia-a. Aqui e agora. Aqui talvez não que já não suporto este sol. Passei dezasseis anos coberto pelas nuvens londrinas, mas neste dia apanhei sol pela minha vida toda. Já bastava. – Eu mesmo assim engatava tudo e todos. – Assegurei-lhe, tinha toda a certeza do que estava a dizer. Eu era um gajo extremamente sexy, nunca vi nem conheço nenhum melhor do que eu. – Eu não engato. Eu vejo uma gaja boa e fodo-a, e a amiga e a mãe se ela quiser. – Deixei escapar uma gargalhada.  

Tinha uma queda por controlo, não suportava ter a minha vida nas mãos de outrem. Comecei a andar pelo areal fora, sem lhe dizer nada mais. Esperei por ela e reduzi a velocidade do meu passo para que me pudesse acompanhar. – Tenho a mota ao pé do bar. Ainda vamos demorar a chegar lá…posso chamar um táxi mas estou sem bateria. – Expliquei e em pouco segundos tinha o telemóvel dela nas minhas mãos. Um uber era mais rápido. Em poucos minutos chegou um carro, um mercedes não tão mau assim. Abri-lhe a porta e fitei-a. – Não te habitues. – Avisei e entrei atrás dela. Passei o caminho todo a dar indicações ao rapaz. Que raio de anormal! Cerrei o meu maxilar com força mal saímos daquele carro e caminhei até à minha mota. – Toma, coloca o capacete. – Estendi-lhe o único capacete que tinha. – Não quero ouvir um não, não me quero chatear nem tu queres que eu me chateie. – Subi para cima da mota e esperei que ela também o fizesse. – Queres vir comigo?  - Perguntei rapidamente. Nunca havia trazido ninguém para minha casa que não fosse foder, mas não a ia deixar ir para casa. Não depois do que me fez. Eu já disse, sou um cara simpático até. 

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Re: Byron Bay

Mensagem por Eva Stone em 02.07.16 21:47

Limitei-me a ignorar as suas respostas às minhas provocações. Primeiro porque sabia que se lhe continuasse a responder a conversa nunca mais ia acabar - eu e Luke éramos bastantes parecidos nesse aspeto, tínhamos sempre a resposta na ponta da língua, pronta a ser lançada - e segundo porque o silêncio que se instalou entre nós, juntamente com o seu olhar posto em mim, não me permitiram dizer o que quer que fosse. Eu já tinha dito que ele me intimidava, não já? E agora conseguia perceber que não eram só os seus olhos azuis, era mais do que isso. Mas para ser sincera, não me ia dar ao trabalho de descobrir o que é que esse ''isso'' significava. Não queria. Ou melhor, não podia. Era o Luke, e não ia ser mais do que isso. Ainda que me continuasse a intrigar o facto de me ter levantado da cama só para o vir ajudar. Mas preferia continuar a pensar que era apenas por ser boa pessoa. Já tinha problemas de sobra, não podia deixar que ele se tornasse num adicional. Éramos amigos, se é que chegávamos sequer a esse ponto. Abanei ligeiramente a cabeça, numa tentativa de afastar todos aqueles pensamentos sem sentido algum e só voltei a fixar o meu olhar no seu rosto assim que a sua voz voltou a ecoar nos meus ouvidos. Felizmente já estava vestido, felizmente.
- Sei de alguém que não conseguirias engatar, mesmo que quisesses.- voltei ao meu sorriso maroto, tentando que estes meus devaneios não me afectassem e apontei com os dois polegares na minha direcção, como que a indicar que eu era essa pessoa. Se bem que tinha as minhas dúvidas. Acabei por soltar uma leve gargalhada, numa tentativa de aliviar o ambiente e comecei a levantar-me quando percebi que era para ir embora.- tu achas mesmo que és o maior engatatão de Sydney, não achas Lucky Luke? - gozei-o, dando-lhe uma leve palmadinha no ombro e fui obrigada a apressar o passo assim que ele começou a andar disparado à minha frente.- hey, podias esperar.- resmunguei, acabando por dar uma corridinha até o conseguir apanhar e ainda não tinha recuperado o fôlego quando o senti tirar-me o telemóvel do bolso de trás das calças. Revirei os olhos. Irritante.- claro que sim, podes usar o meu telemóvel à vontade, não te acanhes.- ironizei, com uma enorme vontade de lhe dar uma estaladinha, mas não tive tempo de o fazer porque pouco depois de ele me devolver o telemóvel, já um carro estava parado à nossa frente.- como é que isto é possível? - murmurei, mais para mim do que para qualquer outra pessoa e dei por mim a soltar uma outra gargalhada, desta vez um pouco mais alta assim que me deparei com o Luke, sim esse mesmo, a abrir-me a porta.- este momento é digno de fotografia.- gargalhei, contendo-me para não dizer mais nada e entrei no veículo, indo calada no resto da viagem. Não fazia a mínima ideia de onde Luke deixara a mota portanto, não havia muito por onde eu pudesse intervir na conversa animada entre ele e o condutor. Levantei o olhar para a janela, assim que senti o carro parar e apressei-me a abrir a porta, uma vez que já tínhamos chegado. Apalpei ligeiramente o meu corpo, para ter a certeza de que não tinha deixado nada para trás e comecei depois a andar em direcção à única mota estacionada naquele sítio, que só poderia ser de Luke. Dei por mim a ser distraída pela sua voz, reparando no capacete que estava praticamente colado à minha cara e vi-me obrigada a aceitá-lo, face ao seu tom autoritário.- eu não tenho medo de ti.- ripostei.- por isso escusas de ser autoritário comigo.- estiquei-lhe o meu dedo do meio, juntamente com um sorrisinho, ao mesmo tempo que começava a colocar o capacete. Era a primeira vez que ia andar de mota por isso, até lhe estava agradecida pelo capacete.- como é que isto se aperta? - dei por mim a falar sozinha, enquanto me debatia com aquela questão, que rapidamente foi esquecida assim que ouvi a sua pergunta. Ahm? Ele estava a perguntar-me se queria ir para onde? Para sua casa? Bem, hoje era mesmo um dia de estreias. Ainda assim, e apesar de não me sentir muito à vontade com o que estava prestes a acontecer, acabei por encolher os ombros. Como já tinha dito, eu não queria voltar para casa tão cedo.- posso ir.- assenti.- não é que esteja muito arranjada para ir para a festa, mas também ninguém vai reparar.- desvalorizei, começando a subir para a mota.- tenta só ter cuidado, porque eu nunca andei numa coisa destas.- fiz uma careta, apontando para a mota e subi o olhar para os seus olhos azuis brilhantes, ajeitando-me no banco.
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Re: Byron Bay

Mensagem por Luke Corden em 02.07.16 22:28

-Eu não sei de ninguém que não conseguisse engantar. É tudo uma escolha minha. – Aproximei-me dela, olhei-a nos olhos com um olhar que reconheço como sendo intimidador. O nosso nariz só não roçou porque dispenso qualquer tipo de contacto. – Não te enganes, não penses que tens isto sobre controlo…Porque.. – Passei o dedo pela linha do seu maxilar e desci para o seu pescoço à medida que aproximava os meus lábios da sua orelha. – Porque não tens. –  Completei. O meu dedo descaiu até perto do seu peito e enquanto sussurrava certifiquei-me que os meus lábios roçavam-na ligeiramente.
 Afastei-me dela sem desviar o meu olhar do seu. Sabia ler as pessoas, talvez seria a minha melhor qualidade. A seguir ao sexo, pois claro. – Já te disse que não sou engatatão porque não engato. Apenas faço uma troca com elas, prazer por prazer e nada mais. – Desviei, finalmente, o olhar pousando-o na areia. Já estava a ficar cansado de tanto contacto visual. Não gosto, deixa-me irrequieto. Ela, por um motivo ainda me desconhecido, pensou que era boa ideia tocar-me no ombro. Como odeio que me toquem,de forma instintiva afastei-a e comecei a andar um pouco mais rápido, não queria deitar um olhar furioso sobre ela. -Que seja a última vez que me tocas sem qualquer tipo de aviso ou autorização. – Rosnei para o chão e pontapeei uma pedra com o meu pé.
O seu resmungo deu fim ao nosso conflito de interesses. A verdade é que até estava a andar bastante mais devagar do que andaria se estivesse sozinho. Não conseguia andar mais devagar, fazia-me sentir inútil e irrequieto. Eu sou um homem com bastante energia. E também nunca precisei de autorização para fazer alguma coisa, faço-o porque quero, porque posso e porque ninguém manda em mim. Sou dono de mim e isso deixa-me extremamente prazeroso. Enquanto se ria e fazia as suas piadas o meu pensamento concentrava-se no que iria fazer após sair do carro. Infelizmente, e por muita raiva minha, o condutor ruivo cuja a sua inteligência era nula tinha-me inibido o pensamento ao ocupar-me com as indicações. Se calhar estava-se a atirar a mim. É o provável, nem os homens me resistem. Mas cara de larilas eu não tenho, sou bastante homem. Quando saímos podia observar a sua resistência em relação à minha mota. – Querida Eva, quando eu algum dia te amedrontar, acredita que irá ser o pior dia da tua vida. – Tentei assusta-la, mas não consegui pois achei uma piada tremenda à sua postura semi-rebelde. – Vá despacha-te logo. Tens de treinar os teus tempos, depois despedem-te no trabalho…que lenta! – Reclamei já montado em cima da minha mota e fiquei calado, disfrutando da sua confusão com o meu capacete. - É verdade Eva, onde estás a trabalhar? - Perguntei apenas para cessar a minha curiosidade. Meu deus, estava perguntar algo sobre ela. Só mesmo obra divina para me fazer interessar numa coisa tão banal como um trabalho.
Após ter perdido inúteis minutos da minha vida decidi fazer algo e ajudá-la. Não foi preciso muito mais do que dois dedos para apertar-lhe o capacete. Nem ela imaginava o que conseguia fazer com esses dedos. Isto era só uma demonstração barata. Pensei um pouco antes de questionar se queria vir junto comigo. Só as levo para foder, mais nada. – Mas também ninguém vai reparar.-  Repeti baixo e ri-me um pouco com o que ela disse. – Oh Eva, deixa-te de merdas. Isso são pensamentos que as freirinhas têm. – Revirei os olhos e esperei que se sentasse na mota. – Estás à espera do quê para te agarrares a mim? – Inquiri fechando os olhos de forma a preparar-me para o seu abraço. Má ideia Corben, má ideia.
Como cabrão que sou, e admito, decidi arrancar a uma velocidade grande. Fiz questão de contornar a rotunda da forma mais baixa que podia, ouvindo a minha mota a roçar no chão. Eu conduzia as motas com uma facilidade tremenda, eu era um bicho com aquela maquina. Fiz muitas corridas com ela.  A paisagem passava tão rápida sobre os meus olhos que era impossível atentar a algum detalhe. O vento não me fazia confusão de tão leve ser, o sol era a única coisa que me continuava a incomodar. A minha casa era na parte norte da cidade, por isso mesmo tivemos que ultrapassar a cidade toda, parar em sinais, ultrapassar. Confesso que subi alguns passeios de forma a encurtar a nossa viagem. O que mais queria era chegar a casa e tomar banho. Olhei pelo espelho para ver como é que ela se encontrava e após uma viagem atribulada decidi andar de forma vagarosa, deixando-me contemplar a vista até chegar ao meu apartamento.

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Re: Byron Bay

Mensagem por Eva Stone em 03.07.16 13:34

- Trabalho num restaurante.- foi a única coisa que me lembrava de lhe ter dito desde que tínhamos chegado da praia. Muita coisa se tinha passado naquele curto espaço de tempo, e a minha mente estava demasiado paralisada para conseguir processar o que quer que fosse. Para já, não conseguia afastar da minha pele a sensação arrepiante que o seu toque provocara...era como se apenas o seu toque fosse o suficiente para incendiar cada por meu. Como se o seu sussurro no meu ouvido tivesse sido o suficiente para me congelar os pensamentos. Não conseguia reagir. E eu sabia que Luke era assim com quer que fosse, sabia que aquela sua reação não tinha sido desenvolvida apenas para mim. Mas ainda assim, não conseguia reagir. Acho que nunca antes o tinha tido tão próximo, nem nunca me tinha conseguido aperceber do quão estranho ele era. Estranho, obscuro, intrigante. Aliás, bastava lembrar-me da sua reação ao meu toque para ficar ainda mais confusa. Como é que era capaz que me estivesse a tocar daquela forma num minuto e no minuto a seguir quase me matar por lhe ter tocado? Começava a duvidar da minha decisão de ter vindo ter com ele, estava tudo a tornar-se demasiado estranho para o meu gosto. E estava tão embrulhada nos meus pensamentos que só quando o vento começou a bater com mais alguma força contra o meu rosto, me apercebi que já estávamos em andamento. E de que forma. Arregalei ligeiramente os olhos, entreabrindo ligeiramente os meus lábios, na esperança de conseguir soltar algum som de descontentamento, mas a única coisa que dei por mim a fazer foi apertar o corpo de Luke nos meus braços. Eu gostava de adrenalina, mas aquele dia já estava a começar a ficar cheio dela.- eu pedi-te para teres cuidado.- tentei resmungar, mas acho que a minha voz saiu num tom demasiado baixo para que ele me conseguisse ouvir. Os seus músculos contraídos debaixo das minhas mãos não me permitiam falar mais alto. Parecia tão tenso, tão desconfortável com o meu toque. Eu sei que nunca tínhamos tido aquele tipo de intimidade, mas seria ele assim com toda a gente? Ainda assim, atrevi-me a deslizar ambas as mãos pelo seu peito, permitindo-me sentir um pouco mais. Eu sabia que ele não queria toques, tinha conseguido perceber isso à pouco, mas o que é que ele podia fazer agora, atirar-me da mota? Permiti-me esboçar um leve sorriso maroto, apertando ligeiramente a sua camisola nas minhas mãos e quando o vento começou a abrandar, percorri a paisagem que nos rodeava com o olhar.- então, já perdeste a força para acelerar? - consegui finalmente gozá-lo, recuperando o que foi possível do meu eu normal. Não podia permitir que ele se apercebesse do quão perturbada me deixava o seu temperamento inconstante.- não sabia que eras assim tão fraquinho, confesso que fiquei desiludida.- soltei uma pequena gargalhada e mesmo depois de perceber que o mais provável era já termos chegado a sua casa, não me afastei do seu corpo.

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